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4 estratégias para reduzir os custos de sua clínica e aumentar a lucratividade

4 estratégias para reduzir os custos de sua clínica e aumentar a lucratividade

Descubra estratégias essenciais para reduzir custos e aumentar lucros em clínicas. Automação, sustentabilidade e gestão eficiente. Transforme sua clínica com o Amigo Clinic.
Por:
Amigo Tech
12 September 2025
min leitura

Uma gestão eficiente é fundamental para garantir a sustentabilidade financeira e a lucratividade de uma clínica ou consultório. Neste cenário, a automação de processos administrativos, manutenções preventivas e uma gestão inteligente, com o suporte de sistemas pensados para a área de saúde, ajudam não só a simplificar tarefas rotineiras, como agendamento de consultas e faturamento, mas também a reduzir os custos.

Investir em estratégias que ajudam a reduzir a probabilidade de erros impacta muito além dos custos. Também libera recursos preciosos, permitindo que os gestores concentrem seus esforços em aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos, a capacitação contínua da equipe e também promove uma cultura organizacional que valoriza a eficiência e a excelência no atendimento ao paciente.

Neste artigo, exploraremos estratégias essenciais para reduzir os custos de sua clínica ou consultório e aumentar os lucros:

  • Manutenção preventiva
  • Práticas sustentáveis
  • Análise de Custos
  • Gestão eficiente de processos

A dica 4 é geralmente ignorada pelos gestores, mas faz uma grande diferença!

Manutenção Preventiva

A manutenção preventiva de equipamentos médicos é crucial para garantir seu funcionamento adequado e prolongar sua vida útil. A falta de manutenção preventiva pode resultar em falhas inesperadas, custos elevados de reparos e até mesmo em interrupções nos serviços médicos. Estabelecer contratos de manutenção com fornecedores confiáveis garante que os equipamentos sejam regularmente inspecionados e mantidos, minimizando falhas e aumentando a confiabilidade operacional. Essa prática não apenas reduz custos a longo prazo, evitando grandes despesas com reparos ou substituições, mas também contribui para a segurança do paciente, ao garantir a precisão dos equipamentos utilizados.


A otimização do estoque também é uma estratégia chave na busca por uma gestão financeira eficaz. Controlar de perto os insumos, medicamentos e materiais médicos não apenas evita desperdícios, mas também contribui para a redução de custos diretos. Juntos, esses elementos formam um alicerce robusto para uma gestão eficiente da estrutura de materiais necessários de sua clínica ou consultório.

Práticas Sustentáveis

A adoção de práticas sustentáveis não apenas beneficia o meio ambiente, mas também pode resultar em economias significativas para clínicas e consultórios. A implementação de medidas de eficiência energética, como a utilização de iluminação LED e equipamentos mais eficientes, pode reduzir significativamente os custos de energia.


A implementação de práticas sustentáveis pode levar a uma redução de até 20% nos custos operacionais relacionados à energia em instituições de saúde. Além disso, a adoção de práticas sustentáveis vai ao encontro das expectativas dos pacientes e da comunidade, reforçando a imagem da clínica como uma instituição responsável e comprometida com o meio ambiente.

Leia também: Gerenciando sua clínica com inteligência artificial: como a tecnologia pode impulsionar seu sucesso.

Análise de Custos

Realizar uma análise detalhada dos custos operacionais permite uma visão clara das despesas da clínica, identificando áreas onde é possível reduzir custos sem comprometer a qualidade dos serviços. Essa análise envolve a identificação de gastos desnecessários, ineficiências operacionais e oportunidades para otimizar os recursos disponíveis. Identificar com precisão as áreas de oportunidade para redução de despesas pode resultar em economias substanciais, contribuindo diretamente para a lucratividade da clínica. A análise de custos contínua e criteriosa permite que os gestores identifiquem áreas de melhoria e implementem estratégias para aumentar a eficiência operacional e reduzir os custos operacionais.


Realizar análises regulares dos fluxos de caixa, custos operacionais e receitas permite aos gestores identificar áreas de desperdício, ineficiências ou oportunidades de economia. Além disso, negociar com fornecedores pode resultar em condições mais favoráveis de pagamento, descontos por volume ou preços mais competitivos para suprimentos e serviços. A negociação eficaz com fornecedores pode gerar economias substanciais, contribuindo diretamente para a redução de custos operacionais e aumento da lucratividade da clínica.

Gestão eficiente de processos

Garantir a sustentabilidade financeira da clínica envolve estratégias proativas que promovem impactos de curto a  longo prazo. Isso inclui a criação de reservas financeiras para enfrentar emergências, o monitoramento regular das finanças para identificar tendências e a implementação de políticas para evitar o desperdício de recursos.


Clínicas que adotam medidas preventivas para evitar desperdícios e mantêm reservas financeiras têm maior resiliência diante de crises econômicas ou situações imprevistas, garantindo a continuidade dos serviços prestados e a estabilidade financeira da instituição.
Na busca pela otimização de processos e redução de custos, a tecnologia é uma das melhores aliadas dos gestores de clínicas e consultórios. Contar com o apoio de uma plataforma all-in-one de atendimento e gestão integrada não só aumenta a produtividade da equipe como, também, promove mais agilidade por um menor custo que as estruturas tradicionais.

O uso de vários sistemas, levando a várias fontes de dados, é um problema para as empresas. No Amigo Clinic, tudo está integrado. Do Agendamento, passando pelo Prontuário até o lançamento contábil. Com o sistema Amigo, fica fácil gerenciar sua clínica no dia a dia, reduzir custos e encargos administrativos em um só lugar.

Transforme a sua clínica e reduza custos de forma inteligente com o Amigo Clinic. Agende agora uma demonstração.

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Contabilidade
Unificação no Portal Nacional de Emissão de Notas Fiscais de Serviço: o que muda para médicos e prestadores de saúde

A Reforma Tributária já está em curso no Brasil e, antes mesmo de sua implementação completa, o governo vem adotando medidas estruturais para preparar contribuintes e entes públicos para esse novo cenário. Uma das principais mudanças é a unificação da emissão de Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) por meio do Portal Nacional.

Essa iniciativa altera de forma significativa a maneira como empresas e profissionais autônomos prestadores de serviço, especialmente médicos, clínicas e consultórios que emitem suas notas fiscais, exigindo atenção e adaptação desde já.

O que é o Portal Nacional de Emissão de NFS-e?

O Portal Nacional de Emissão de Notas Fiscais de Serviço Eletrônica (NFS-e) foi criado com o objetivo de padronizar e centralizar a emissão de notas fiscais de serviço em todo o território nacional.

Antes dessa mudança, cada município possuía seu próprio sistema de emissão, com regras, layouts, cadastros e exigências distintas. Na prática, isso gerava diversos problemas para o prestador de serviço, como:

  • Dificuldade para quem atua em mais de um município;

  • Insegurança quanto ao correto cumprimento das obrigações fiscais;

  • Retrabalho operacional e maior risco de erros e inconsistências.

Com o Portal Nacional, a emissão da NFS-e passa a seguir um padrão único de informações, validações e autorizações, reduzindo a complexidade e aumentando a integração entre os fiscos municipal, estadual e federal.

Onde o médico deve emitir a nota fiscal agora?

Essa é uma das dúvidas mais comuns, e a resposta é: depende do município.

A adesão ao Portal Nacional ocorre de forma gradual. Alguns municípios já utilizam exclusivamente o sistema nacional, enquanto outros ainda mantêm seus portais próprios durante o período de transição.

Por isso, o local correto de emissão da NFS-e pode variar conforme:

  • O município do estabelecimento;

  • O estágio de integração da prefeitura ao portal nacional.

Emitir a nota no sistema incorreto pode gerar inconsistências fiscais, mesmo que o serviço tenha sido efetivamente prestado.

➞ Nesse ponto, é fundamental que o médico valide com seu contador qual é o sistema correto de emissão no seu município e se o enquadramento fiscal utilizado está adequado à sua realidade atual.

Qual a relação entre o Portal Nacional e a Reforma Tributária?

A criação do Portal Nacional está diretamente ligada à Reforma Tributária, que prevê a substituição de diversos tributos atuais por dois novos impostos:

  • CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) – de competência federal;

  • IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) – de competência estadual e municipal.

Esses tributos seguem o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Nesse sistema, a correta apuração e compensação de créditos depende de informações fiscais padronizadas, completas e centralizadas.

Exatamente o papel do portal nacional.

O que muda na prática com o IBS e a CBS?

Com a nova lógica tributária, as notas fiscais precisarão trazer, de forma estruturada, o destaque da CBS e do IBS.

Isso permitirá:

  • O correto recolhimento dos tributos;

  • A fiscalização integrada pelos entes federativos;

  • O aproveitamento de créditos ao longo da cadeia de serviços.

Ou seja, a nota fiscal deixa de ser apenas um documento operacional e passa a ter um papel ainda mais estratégico na gestão tributária.

Quais documentos fiscais serão impactados?

Com a implementação do novo sistema tributário, diversos documentos fiscais eletrônicos passarão a exigir destaque da CBS e do IBS, conforme regras e Notas Técnicas específicas, entre eles:

  • NF-e – Nota Fiscal Eletrônica;

  • NFC-e – Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica;

  • CT-e – Conhecimento de Transporte Eletrônico;

  • CT-e OS – Conhecimento de Transporte Eletrônico – Outros Serviços;

  • NFS-e – Nota Fiscal de Serviço Eletrônica;

  • NFS-e Via – Nota Fiscal de Serviço Eletrônica de Exploração de Via;

  • NFCom – Nota Fiscal Fatura de Serviços de Comunicação Eletrônica;

  • NF3e – Nota Fiscal de Energia Elétrica Eletrônica;

  • BP-e – Bilhete de Passagem Eletrônico;

  • BP-e TM – Bilhete de Passagem Eletrônico – Transporte Metropolitano.

O correto enquadramento, preenchimento e transmissão desses documentos será essencial para evitar falhas fiscais.

E se o sistema estiver fora do ar ou indisponível?

Durante a fase de adaptação e integração dos sistemas, é importante observar um ponto relevante:

O contribuinte não será considerado em descumprimento de obrigação acessória, caso esteja impossibilitado de emitir documentos fiscais eletrônicos por responsabilidade exclusiva do ente federativo.

Esse cenário pode ocorrer devido a instabilidades técnicas, falhas de integração ou indisponibilidade temporária dos sistemas municipais ou do portal nacional.

Ainda assim, é fundamental manter registros, acompanhar comunicados oficiais e contar com orientação especializada para evitar problemas futuros.

O que médicos e clínicas precisam entender desde já

A unificação do Portal de Emissão de Notas Fiscais representa um avanço importante na modernização do sistema fiscal brasileiro, mas também impõe novos desafios para o dia a dia do médico.

Passa a ser essencial compreender:

  • Onde a nota fiscal deve ser emitida (portal municipal ou nacional);

  • Como preencher corretamente as informações fiscais;

  • Quais tributos devem ser destacados em cada situação.

Mais do que uma mudança operacional, trata-se de uma decisão estratégica de gestão fiscal, especialmente diante das transformações profundas que a Reforma Tributária trará nos próximos anos.

Planejamento, informação e suporte especializado serão fatores determinantes para atravessar esse processo com segurança, conformidade e previsibilidade.

Precisa de orientação sobre como essas mudanças impactam a sua prática médica ou clínica?

A adaptação ao Portal Nacional de Emissão e às novas regras da Reforma Tributária exige acompanhamento técnico e decisões bem estruturadas.

Diante dessas mudanças, o primeiro passo é verificar com o seu contador se os dados cadastrais estão atualizados, se o sistema de emissão utilizado é o correto para o seu município e se a emissão das notas fiscais está sendo realizada de forma segura e conforme as regras atuais.

Caso você seja cliente da Amigo e ainda tenha dúvidas após essa validação, nossa equipe está à disposição para orientar e apoiar você nesse processo, garantindo mais segurança e previsibilidade na sua gestão fiscal.

Contabilidade
Panorama tributário das clínicas médicas brasileiras

A complexidade da gestão de um negócio na área de saúde somada à complexidade tributária do Brasil proporciona uma experiência cada vez mais difícil para médicos e gestores de clínicas e consultórios. Manter as finanças organizadas, planejar todas as operações diárias da clínica, atrair e fidelizar clientes têm sido um trabalho multifacetado e atravessado por desafios que exigem ações estratégicas e auxílio de ferramentas para otimizar a rotina.

Principais dificuldades financeiras enfrentadas por clínicas brasileiras

O segmento de clínicas médicas está em constante crescimento no Brasil, muito pelo fato de a saúde ser um bem de primeira necessidade, mas principalmente por demandas cada vez mais variadas de procedimentos, que acompanham a evolução das tecnologias e das formas de atendimento. Atualmente, são 291.362 clínicas privadas registradas nos seguintes CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas):

8630-5/01: Atividade Ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos;

8630-5/01: Atividade médica ambulatorial com recursos para a realização de exames complementares;

8630-5/01: Atividade médica ambulatorial restrita a consultas como atividade principal.

A partir de tais classificações, é importante destacar que a atividade está presente em 100% dos municípios brasileiros. São Paulo é o estado que mais possui clínicas (80.255), seguido por Minas Gerais (30.412) e Rio de Janeiro (26.979). As microempresas dominam o espectro de clínicas brasileiras, sendo 64,09% do total, enquanto empresas de pequeno porte representam 17,06% e médias e grandes empresas somam 16,8%. 

A taxa de mortalidade das clínicas é de 12,36% ao ano. Apesar do grande volume de empreendimentos, o setor não pode ser considerado estabelecido, já que a maturidade, índice que considera empresas estabelecidas com 3,5 anos ou mais, é de 58,99%, o que corresponde a 154.741 clínicas. Já 37% das clínicas (105.870) possuem entre 1 e 3 anos, e outros 3,1% (8790) são empresas nascentes, com menos de 1 ano de atividade.

Segundo o Relatório Focus, a recuperação gradual da economia brasileira traz impactos positivos para o setor de saúde privado. Clínicas se valem das demandas cada vez mais específicas e são impulsionadas pelo envelhecimento da população e crescimento da classe média. Apesar disso, encontram um sistema tributário complexo e pesado para os serviços na área de saúde.

Alguns fatores se destacam como desafios comuns para a gestão financeira de clínicas médicas, impactando sua operação e sustentabilidade:

Custos operacionais elevados: o funcionamento de uma clínica passa pelo pagamento de salários e benefícios de profissionais especializados (médicos, enfermeiros, administradores). Além disso, há custos com equipamentos médicos, que normalmente são caros e que devem passar por manutenções periódicas ou substituição quando acontecem inovações na área.

Tributação e Burocracia

O sistema tributário brasileiro passou por reforma importante recentemente, mas ainda é bastante complexo e pode ser cruel para muitas clínicas. Impostos como o ISS (Imposto sobre Serviços), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e PIS/COFINS (Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público) tornam elevada a carga tributária, fazendo com que muitas empresas atravessem problemas fiscais. Além da tributação, há esforços de tempo e recursos para atendimento às regulamentações sanitárias e todas as exigências legais referentes ao segmento.

Gestão financeira

Muitas clínicas brasileiras não realizam planejamento financeiro e orçamentário adequado ao negócio. Não ter um controle dos fluxos de caixa ou usar recursos de forma não estratégica pode trazer problemas de faturamento para a clínica. Outro ponto que merece atenção é a inadimplência, tanto por parte dos pacientes, quanto por dificuldades no faturamento de serviços prestados por meio de convênios e seguradoras.

Investimentos e crédito

Taxas de juros elevadas e a exigência de garantias podem representar um obstáculo para que clínicas consigam recursos para investimentos, o que contribui para a expansão ou melhoria do negócio.

Concorrência

O volume de clínicas, sobretudo privadas, demanda investimentos contínuos em marketing para atrair e fidelizar clientes, além de custos para a garantia da qualidade ao longo de toda a jornada do paciente. Um dos grandes desafios nesse sentido é conseguir equilibrar a qualidade do atendimento com a eficiência operacional. Só dessa forma o negócio se torna viável e sustentável.

Carga tributária aplicada a serviços de saúde

Clínicas médicas podem se enquadrar em três regimes tributários distintos: o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. A carga tributária pode variar de 6% a 30,5%. Quando o faturamento é abaixo de R$4,8 milhões, as clínicas podem utilizar o Simples Nacional, que faz a arrecadação através do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), com recursos distribuídos para União, Estados e Municípios. A carga tributária está normalmente entre 14% e 15%.

No regime de Lucro Presumido, empresas médicas têm carga tributária variando entre 13,33% e 16,33%, com faturamento anual de até R$78 milhões. Neste regime, o recolhimento utiliza várias guias, incluindo PIS, COFINS, CSLL, IRPJ, destinados à União, e ISS, que varia conforme o município onde acontece a prestação de serviços. 

O Lucro real, obrigatório para empresas que faturam anualmente mais de R$78 milhões, promove o cálculo de tributos por confronto, incidindo o IRPJ e CSLL sobre o lucro líquido. No regime, cada imposto se utiliza de uma guia específica e é fundamental atentar para obrigações acessórias, como Sped Contábil, LALUR, Inventário e ECF.

Segundo a Lei 9249/1995, clínicas que optam pelo regime do Lucro Presumido ficam sujeitas à tributação do Imposto de Renda (IFPJ) e da Contribuição Social (CSLL), com base de cálculo de 32% sobre a receita bruta do trimestre. É desconhecido por muitos gestores que estabelecimentos com esse perfil podem se enquadrar em atividades equiparadas aos hospitais, considerando as práticas relacionadas à saúde. Com isso, há uma oportunidade de redução de impostos na clínica ou consultório. A alíquota do IRPJ cai de 32% para 8%, já a da CSLL cai de 32% para 12%, representando uma grande economia para o negócio.

Para a realizar a equiparação hospitalar, é indispensável que as clínicas médicas contem com o suporte de especialistas na área de contabilidade médica. Por ser uma operação burocrática, com detalhes técnicos determinantes para o seu sucesso, o conhecimento mais aprofundado faz toda a diferença.

Outra condição essencial para quem busca a equiparação hospitalar é entender a situação fiscal em que a clínica se encontra. O Amigo oferece um diagnóstico tributário totalmente personalizado e gratuito. A ferramenta, que utiliza consultores com experiência em contabilidade médica, é o primeiro passo para conquistar um alinhamento fiscal que possibilite a equiparação. Solicite um diagnóstico tributário e transforme a situação fiscal de sua clínica para melhor.

Contabilidade
Minidicionário do PJ Médico

Como você está cuidando da sua contabilidade?

Ficar sempre atento evita maiores problemas com a Receita Federal. E por isso, trouxemos algumas expressões mais usadas no dia a dia contábil que podem te ajudar a entender melhor os processos.

Regime Tributário:

Conjunto de leis e normas que regem a tributação e os cálculos dos impostos devidos

Simples Nacional:

Regime tributário instituído em 2007 para pequenas empresas 

Certificado Digital:

Ferramenta de segurança da informação que encripta mensagens e garante autenticidade

Pró-Labore:

Salário mensal do dono ou sócio de uma empresa

Alíquota:

Porcentagem ou valor fixo usado para calcular um tributo devido

Guia:

Espécie de "boleto" usado para pagamento de tributos

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