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O atendimento humanizado une o tratamento médico ao acolhimento, enxergando e valorizando cada pessoa que existe por trás da doença. Saiba mais!
Oferecer um diagnóstico preciso é fundamental, mas o cuidado na área da saúde vai além da prescrição de medicamentos. Hoje, um bom atendimento, além de um diagnóstico médico correto, também envolve uma boa relação entre quem cuida e quem é cuidado(a).
Dessa forma, o atendimento humanizado na saúde deixa de ser apenas um diferencial para se tornar um requisito. Afinal, pacientes não são apenas casos clínicos; são pessoas com histórias, medos e expectativas que precisam ser acolhidas.
Continue a leitura para entender mais sobre o atendimento humanizado: significado, fundamentos e por que ele é importante para melhorar a conexão entre médicos(as) e pacientes. Acompanhe!
Para entender o que é atendimento humanizado, precisamos enxergar quem está por trás da doença. Na prática, essa é uma abordagem que une competência técnica e reconhecimento de que cada paciente é uma pessoa única.
A humanização na saúde propõe que o foco saia exclusivamente da doença e se expanda para a pessoa, com ações como: adaptar a linguagem, respeitar a autonomia de cada paciente e criar um vínculo de confiança.
Isso não significa necessariamente demorar mais na consulta, mas garantir uma presença de qualidade durante o tempo disponível — seja em atendimentos presenciais ou via teleconsulta.
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Considerar que a empatia é apenas um “diferencial de marketing” é um grande equívoco. A qualidade da conexão humana é uma ferramenta clínica poderosa.
O artigo “Fatores associados à qualidade da relação médico-paciente no Brasil”, publicado pela SciELO Brazil, reforça essa correlação. A pesquisa aponta que uma boa relação entre quem atende e quem é atendido(a) é determinante para melhores resultados na Atenção Primária, focada no acompanhamento contínuo, o que influencia na adesão ao tratamento e o autocuidado em doenças crônicas.
Ou seja, quando a pessoa se sente acolhida e compreendida, isso:
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Para aplicar o atendimento humanizado em serviços de saúde, podemos focar em cinco atitudes essenciais que servem para qualquer especialidade:
Existe uma grande diferença entre ouvir e escutar. A escuta ativa exige atenção ao relato, sem interrupções e sempre validando as emoções expressas. Esse é o momento de entender não só “o que dói”, mas “como isso impacta a vida” daquela pessoa.
Pequenas mudanças na postura e na fala podem transformar uma consulta. Confira algumas boas práticas:
Um ambiente hospitalar humanizado não precisa ser luxuoso, mas deve ser acolhedor, limpo e garantir a privacidade. Detalhes como iluminação adequada, controle de ruídos e recepção organizada reduzem o estresse de quem espera e predispõem a uma consulta mais tranquila.
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Em situações de alta pressão, a clareza é a maior forma de empatia. Explicar os procedimentos de forma simples (sem termos técnicos em excesso), alinhar expectativas sobre o tempo de espera ou de tratamento e manter a família informada são atitudes que diminuem a vulnerabilidade de quem está em sofrimento.
Humanizar é também respeitar a autonomia. Sempre que possível, envolva cada paciente nas decisões do tratamento. Explique os prós e contras de abordagens e considere o estilo de vida da pessoa. Essa escolha faz com que ela se sinta respeitada, aumentando significativamente o engajamento.
Um atendimento personalizado e humanizado se faz nos detalhes. Perguntar sobre a profissão ou lembrar de um hobby mencionado na consulta anterior demonstra que você se importa e presta atenção na pessoa. Pequenas notas pessoais podem ajudar a criar essa memória afetiva.
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Mesmo sabendo da importância desses pilares, profissionais da área médica enfrentam um dilema moderno: o tempo.
Para manter um prontuário detalhado e seguro, o médico ou médica muitas vezes precisa passar metade da consulta digitando informações. Isso cria uma barreira, uma vez que o olhar profissional se desvia para a tela do computador e a conexão humana se perde em meio à burocracia do registro.
Pensando nesse dilema, a pergunta que fica é: o que você faria se tivesse mais tempo em cada consulta?
A tecnologia, quando bem aplicada, pode fortalecer a relação humana. Foi pensando em devolver o foco para o contato entre médico(a) e paciente que a Amigo Tech desenvolveu a Consulta Inteligente.
Disponível no aplicativo Amigo One e integrada à plataforma de gestão Amigo Clinic, essa ferramenta usa Inteligência Artificial para registrar a consulta automaticamente enquanto o(a) profissional conversa com cada paciente, sem precisar digitar uma só palavra.
Entenda como essa inovação funciona dentro do ecossistema Amigo:
O resultado? Você ganha um prontuário mais eficiente sem esforço extra e garante que 100% de sua atenção esteja na pessoa à sua frente — tanto no atendimento presencial quanto na teleconsulta.
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Se antes a telemedicina era vista como uma opção alternativa, hoje ela se consolidou como uma ferramenta essencial para o acesso à saúde e o acompanhamento contínuo.
No entanto, para médicas e médicos que atendem por telemedicina, o desafio agora é outro: não basta apenas estar online; é preciso garantir que a experiência digital tenha a mesma qualidade técnica, ética e humana do encontro presencial. Afinal, a tela separa os corpos, mas não pode afastar o cuidado.
Neste artigo, vamos explorar melhor o que é telemedicina e como você pode profissionalizar seus atendimentos à distância, garantindo segurança jurídica e a satisfação de quem está do outro lado da câmera. Acompanhe!
Para entender o que é telemedicina e como funciona, na prática, precisamos ir além da ideia de “videochamada”. Esse tipo de consulta é mediada por tecnologias que auxiliam na assistência, prevenção de doenças, promoção de saúde e educação.
Quem busca a telemedicina deve ter em mente que ela é uma prática regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Isso significa que uma teleconsulta possui a mesma validade ética e legal de um atendimento presencial, exigindo o mesmo cuidado com o preenchimento de prontuários, sigilo das informações e responsabilidade profissional.
Realizar um atendimento de excelência no ambiente virtual exige planejamento. Diferente do consultório físico, onde a estrutura já está pronta, no digital você é responsável por transmitir credibilidade e segurança, além de deixar o(a) paciente confortável.
Abaixo, confira duas orientações que você pode pôr em prática antes da consulta:
Escolha um local silencioso, bem iluminado, preferencialmente com luz frontal para evitar sombras no rosto, e com fundo neutro. Um ambiente desorganizado pode passar uma imagem de improviso ou descuido.
Além disso, a postura deve ser a mesma do atendimento presencial. O uso de vestimenta profissional ou jaleco ajuda a passar segurança para as pessoas, mostrando que aquele momento, mesmo por uma tela, é uma consulta séria e formal.
Ninguém quer fazer uma teleconsulta na qual a imagem trava constantemente. Por isso, garanta uma conexão de internet estável e, se possível, tenha um “plano B”, como o 4G/5G do celular, para emergências.
Teste a câmera e o microfone antes de iniciar o dia. Utilizar fones de ouvido também é uma prática recomendada, pois, além de melhorar a qualidade do áudio, eles garantem o sigilo da conversa.
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A maior barreira da telemedicina não é tecnológica, é humana. A ausência do “olho no olho” pode criar uma sensação de frieza. Mas para diminuir essa distância, você pode adaptar a comunicação. Confira abaixo, cinco dicas essenciais:
É instintivo olhar para o rosto da outra pessoa na tela do computador. Porém, ao fazer isso, para quem está do outro lado, pode parecer que você está olhando para baixo.
Considerando isso, tente alternar o olhar diretamente para a lente da câmera, especialmente quando estiver falando ou explicando um diagnóstico. Isso simula o contato visual direto e aumenta a conexão e a confiança com cada paciente.
No presencial, a linguagem corporal diz muito, mas no virtual, esses sinais são mais sutis. Por isso, a escuta ativa precisa ser redobrada. Espere o(a) paciente concluir o raciocínio antes de falar e verbalize que você está entendendo, com frases como “compreendo” ou “certo”. Assim, você consegue demonstrar empatia, fazendo a pessoa se sentir mais acolhida.
O exame físico não desaparece na telemedicina, ele se transforma. Na prática, se necessário, você precisará orientar cada paciente a realizar testes ou mostrar lesões. Nesses casos, é preciso ser uma pessoa extremamente didática e paciente.
Peça para a pessoa se posicionar melhor frente à luz ou afastar a câmera. Outra dica é fazer o procedimento em frente à câmera para servir de exemplo.
A distância pode gerar dúvidas que algumas pessoas têm vergonha de esclarecer. Por conta disso, antes de desligar a câmera e finalizar a consulta, faça um resumo do que foi falado e pergunte: “Ficou alguma dúvida sobre como tomar a medicação?” ou “Você entendeu os sinais de alerta para ir ao pronto-socorro?”.
Se no consultório físico o atraso é compreensível, no digital a tolerância é menor. Lembre-se de que a pessoa que vai se consultar está “sozinha” esperando em frente a uma tela em branco. Então, se houver imprevistos, avise imediatamente. Respeitar o horário agendado demonstra profissionalismo e consideração.
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Mesmo que agora tenha ficado mais claro como funciona a telemedicina, na prática, é comum ainda restarem dúvidas. Para ajudar você, respondemos a seguir, algumas das principais perguntas sobre o assunto. Confira:
Sim. O atestado de telemedicina possui a mesma validade legal do documento físico em todo o território nacional. Para isso, é obrigatório que você utilize uma assinatura digital com certificado padrão ICP-Brasil.
Hoje, a telemedicina que aceita convênio já é uma realidade em todo o país. A maioria das operadoras que oferecem planos de saúde equipara a consulta online à presencial, seguindo as diretrizes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
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Mais do que uma boa conexão de vídeo, a telemedicina exige uma gestão de dados impecável. O erro comum é focar apenas na chamada e esquecer a estrutura de suporte: onde ficam os dados dos(as) pacientes? Como você assina as receitas? Como controla o faturamento de diferentes convênios?
A plataforma ideal é aquela que se adapta ao tamanho do seu negócio, seja você uma pessoa que atua de forma autônoma ou gerencia uma clínica já estabelecida. Pensando nisso, a Amigo Tech oferece diversas soluções para cada momento da sua carreira:
Se sua prioridade é mobilidade, atender em plantões, consultórios compartilhados ou fazer telemedicina de casa, o Amigo One é seu consultório na palma da mão. Ele centraliza sua rotina com:
Agora, se você gerencia uma clínica com um grupo de profissionais, o Amigo Clinic integra o presencial e o digital. Ele potencializa seu comando com:
Ou seja, não importa o tamanho de sua operação: tenha a tecnologia certa a seu lado. Conheça as soluções da Amigo Tech e evolua seu atendimento. Entre em contato com nossa equipe!
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Quem vive a rotina médica sabe: o relógio é um dos principais desafios do dia. Entre encaixes, atrasos e a atenção que cada paciente exige, a sensação é de que o tempo nunca é suficiente.
Muitos médicos e médicas ainda tratam a agenda apenas como uma lista de horários, mas ela é mais do que isso: é o que define o ritmo de seu trabalho. Uma gestão de agenda médica eficiente serve para garantir previsibilidade e qualidade de atendimento.
Se você deseja melhorar seu sistema de agenda médica, neste artigo trouxemos dicas de como retomar o controle de seus horários, reduzir as faltas no consultório e como a tecnologia pode ajudar nesse desafio. Acompanhe!
A agenda médica é o recurso onde ficam organizados os horários de cada atendimento. Ela também deve considerar momentos de pausas estratégicas, possíveis realocações e o tempo real necessário para cada procedimento.
Na prática, ela funciona como um guia para as atividades do consultório. Quando mal estruturada, as consequências são imediatas: sala de espera lotada, gerando estresse, desistências de pacientes e sobrecarga de trabalho.
Vale lembrar que, na saúde, um horário vago é um faturamento perdido. Portanto, profissionalizar esse controle, considerando imprevistos e intervalos, é garantir que sua hora de trabalho seja valorizada e que o consultório opere com eficiência.
O caderno de papel ou a planilha simples têm seu valor: são ferramentas acessíveis e que não exigem aprendizado técnico. Para quem está no primeiro mês de consultório, com um fluxo baixo de pacientes, elas podem ser suficientes.
Porém, conforme sua carreira avança, a agenda manual revela sua ineficiência. Ela não gera relatórios, não envia lembretes automáticos e, o pior de tudo: não possui backup. Se o caderno for perdido ou o arquivo do computador for corrompido, todo o histórico e os compromissos do consultório desaparecem.
Já a agenda digital surge como uma boa opção pela agilidade, organização e segurança. Ela automatiza tarefas repetitivas, facilita a marcação e a remarcação de consultas e protege seus dados na nuvem.
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Para quem atende em diferentes lugares ou possui um número considerável de pacientes, a agenda médica online traz uma série de benefícios, que você confere abaixo:
Com um app de agenda médica, você não precisa procurar ou ligar para a secretaria para saber seu próximo compromisso. É possível checar a grade, bloquear horários pessoais e ver encaixes em tempo real pelo celular, onde quer que você esteja.
Deixar uma agenda de papel aberta no balcão da recepção expõe os nomes e dados de pacientes a qualquer pessoa que passe. No ambiente digital, isso muda. Os dados são protegidos por senha e criptografia, garantindo a privacidade que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) exige.
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Erros podem acontecer, e agendas manuais facilitam situações como, por exemplo, marcar duas pessoas no mesmo horário. Mas com uma agenda digital, o sistema bloqueia automaticamente horários já ocupados e alerta sobre conflitos.
Ao clicar no nome de um(a) paciente na agenda, você acessa o histórico de atendimentos anteriores ou o prontuário. Isso agiliza a consulta e demonstra profissionalismo, pois você já sabe exatamente o contexto do caso, sem precisar perguntar tudo do zero.
Ter a agenda lotada é o objetivo, mas sem estratégia, ela pode se tornar uma fonte de estresse. Adotar uma agenda médica online é o primeiro passo, mas a ferramenta sozinha não resolve tudo.
Para extrair o máximo potencial da tecnologia, é preciso configurar o sistema a seu favor. Confira a seguir, algumas dicas de como fazer isso:
Nada quebra mais o ritmo da consulta do que gastar os primeiros 15 minutos preenchendo fichas cadastrais. Por isso, use seu sistema de agenda médica para enviar um formulário automático pelo WhatsApp um dia antes.
Assim, você já recebe as informações básicas, como a queixa principal, medicamentos em uso e alergias. Isso libera tempo para o que realmente importa: ouvir, examinar e diagnosticar com calma.
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Existe um mito de que a agenda médica online tira o controle dos médicos e médicas. Na verdade, é o contrário: você define as regras. Não é preciso deixar todos os horários abertos, por exemplo.
Use o sistema para equilibrar seu dia. Você pode configurar o software para aceitar no máximo duas “primeiras consultas” por turno, por exigirem mais tempo e atenção, intercalando-as com consultas de retorno.
Imprevistos fazem parte da medicina: um(a) paciente atrasa no trânsito ou um caso clínico se revela mais complexo do que parecia. Se sua organização de horários for contínua sem intervalos, um atraso de 10 minutos pela manhã vira uma bola de neve ao meio-dia.
Por conta disso, a recomendação é inserir margens de segurança em sua grade. Deixe propositalmente 15 a 30 minutos bloqueados a cada três atendimentos. Se houver atraso, você usa essa margem para compensar.
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Com tantas opções no mercado, definir qual tecnologia vai acompanhar sua rotina pode parecer difícil. O segredo para escolher o melhor sistema de agenda para consultório médico é olhar além da grade de horários. O diferencial está na integração.
Busque soluções nas quais o agendamento já converse com o prontuário e com o financeiro. Assim, ao finalizar a consulta, o sistema facilita a cobrança ou a emissão da nota fiscal, eliminando a necessidade de digitar os dados manualmente.
Ao avaliar um sistema de agenda médica, priorize também plataformas completas, capazes de acompanhar sua evolução, seja você uma pessoa profissional autônoma ou gestora de uma clínica em expansão.
Foi pensando nessa integração que as soluções da Amigo Tech foram criadas. Unimos uma agenda inteligente com confirmação automática, prontuário e gestão financeira em uma única plataforma segura e simples de usar.
Seja para garantir agilidade para médicos e médicas que atuam de forma autônoma com o Amigo One ou para gerenciar uma estrutura maior com o Amigo Clinic, nossa tecnologia evolui junto com seu crescimento.
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A Reforma Tributária já está em curso no Brasil e, antes mesmo de sua implementação completa, o governo vem adotando medidas estruturais para preparar contribuintes e entes públicos para esse novo cenário. Uma das principais mudanças é a unificação da emissão de Notas Fiscais de Serviço (NFS-e) por meio do Portal Nacional.
Essa iniciativa altera de forma significativa a maneira como empresas e profissionais autônomos prestadores de serviço, especialmente médicos, clínicas e consultórios que emitem suas notas fiscais, exigindo atenção e adaptação desde já.
O Portal Nacional de Emissão de Notas Fiscais de Serviço Eletrônica (NFS-e) foi criado com o objetivo de padronizar e centralizar a emissão de notas fiscais de serviço em todo o território nacional.
Antes dessa mudança, cada município possuía seu próprio sistema de emissão, com regras, layouts, cadastros e exigências distintas. Na prática, isso gerava diversos problemas para o prestador de serviço, como:
Com o Portal Nacional, a emissão da NFS-e passa a seguir um padrão único de informações, validações e autorizações, reduzindo a complexidade e aumentando a integração entre os fiscos municipal, estadual e federal.
Essa é uma das dúvidas mais comuns, e a resposta é: depende do município.
A adesão ao Portal Nacional ocorre de forma gradual. Alguns municípios já utilizam exclusivamente o sistema nacional, enquanto outros ainda mantêm seus portais próprios durante o período de transição.
Por isso, o local correto de emissão da NFS-e pode variar conforme:
Emitir a nota no sistema incorreto pode gerar inconsistências fiscais, mesmo que o serviço tenha sido efetivamente prestado.
➞ Nesse ponto, é fundamental que o médico valide com seu contador qual é o sistema correto de emissão no seu município e se o enquadramento fiscal utilizado está adequado à sua realidade atual.
A criação do Portal Nacional está diretamente ligada à Reforma Tributária, que prevê a substituição de diversos tributos atuais por dois novos impostos:
Esses tributos seguem o modelo de Imposto sobre Valor Agregado (IVA).
Nesse sistema, a correta apuração e compensação de créditos depende de informações fiscais padronizadas, completas e centralizadas.
Exatamente o papel do portal nacional.
Com a nova lógica tributária, as notas fiscais precisarão trazer, de forma estruturada, o destaque da CBS e do IBS.
Isso permitirá:
Ou seja, a nota fiscal deixa de ser apenas um documento operacional e passa a ter um papel ainda mais estratégico na gestão tributária.
Com a implementação do novo sistema tributário, diversos documentos fiscais eletrônicos passarão a exigir destaque da CBS e do IBS, conforme regras e Notas Técnicas específicas, entre eles:
O correto enquadramento, preenchimento e transmissão desses documentos será essencial para evitar falhas fiscais.
Durante a fase de adaptação e integração dos sistemas, é importante observar um ponto relevante:
O contribuinte não será considerado em descumprimento de obrigação acessória, caso esteja impossibilitado de emitir documentos fiscais eletrônicos por responsabilidade exclusiva do ente federativo.
Esse cenário pode ocorrer devido a instabilidades técnicas, falhas de integração ou indisponibilidade temporária dos sistemas municipais ou do portal nacional.
Ainda assim, é fundamental manter registros, acompanhar comunicados oficiais e contar com orientação especializada para evitar problemas futuros.
A unificação do Portal de Emissão de Notas Fiscais representa um avanço importante na modernização do sistema fiscal brasileiro, mas também impõe novos desafios para o dia a dia do médico.
Passa a ser essencial compreender:
Mais do que uma mudança operacional, trata-se de uma decisão estratégica de gestão fiscal, especialmente diante das transformações profundas que a Reforma Tributária trará nos próximos anos.
Planejamento, informação e suporte especializado serão fatores determinantes para atravessar esse processo com segurança, conformidade e previsibilidade.
A adaptação ao Portal Nacional de Emissão e às novas regras da Reforma Tributária exige acompanhamento técnico e decisões bem estruturadas.
Diante dessas mudanças, o primeiro passo é verificar com o seu contador se os dados cadastrais estão atualizados, se o sistema de emissão utilizado é o correto para o seu município e se a emissão das notas fiscais está sendo realizada de forma segura e conforme as regras atuais.
Caso você seja cliente da Amigo e ainda tenha dúvidas após essa validação, nossa equipe está à disposição para orientar e apoiar você nesse processo, garantindo mais segurança e previsibilidade na sua gestão fiscal.

A complexidade da gestão de um negócio na área de saúde somada à complexidade tributária do Brasil proporciona uma experiência cada vez mais difícil para médicos e gestores de clínicas e consultórios. Manter as finanças organizadas, planejar todas as operações diárias da clínica, atrair e fidelizar clientes têm sido um trabalho multifacetado e atravessado por desafios que exigem ações estratégicas e auxílio de ferramentas para otimizar a rotina.
O segmento de clínicas médicas está em constante crescimento no Brasil, muito pelo fato de a saúde ser um bem de primeira necessidade, mas principalmente por demandas cada vez mais variadas de procedimentos, que acompanham a evolução das tecnologias e das formas de atendimento. Atualmente, são 291.362 clínicas privadas registradas nos seguintes CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas):
8630-5/01: Atividade Ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos;
8630-5/01: Atividade médica ambulatorial com recursos para a realização de exames complementares;
8630-5/01: Atividade médica ambulatorial restrita a consultas como atividade principal.
A partir de tais classificações, é importante destacar que a atividade está presente em 100% dos municípios brasileiros. São Paulo é o estado que mais possui clínicas (80.255), seguido por Minas Gerais (30.412) e Rio de Janeiro (26.979). As microempresas dominam o espectro de clínicas brasileiras, sendo 64,09% do total, enquanto empresas de pequeno porte representam 17,06% e médias e grandes empresas somam 16,8%.
A taxa de mortalidade das clínicas é de 12,36% ao ano. Apesar do grande volume de empreendimentos, o setor não pode ser considerado estabelecido, já que a maturidade, índice que considera empresas estabelecidas com 3,5 anos ou mais, é de 58,99%, o que corresponde a 154.741 clínicas. Já 37% das clínicas (105.870) possuem entre 1 e 3 anos, e outros 3,1% (8790) são empresas nascentes, com menos de 1 ano de atividade.

Segundo o Relatório Focus, a recuperação gradual da economia brasileira traz impactos positivos para o setor de saúde privado. Clínicas se valem das demandas cada vez mais específicas e são impulsionadas pelo envelhecimento da população e crescimento da classe média. Apesar disso, encontram um sistema tributário complexo e pesado para os serviços na área de saúde.
Alguns fatores se destacam como desafios comuns para a gestão financeira de clínicas médicas, impactando sua operação e sustentabilidade:
Custos operacionais elevados: o funcionamento de uma clínica passa pelo pagamento de salários e benefícios de profissionais especializados (médicos, enfermeiros, administradores). Além disso, há custos com equipamentos médicos, que normalmente são caros e que devem passar por manutenções periódicas ou substituição quando acontecem inovações na área.
O sistema tributário brasileiro passou por reforma importante recentemente, mas ainda é bastante complexo e pode ser cruel para muitas clínicas. Impostos como o ISS (Imposto sobre Serviços), ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e PIS/COFINS (Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público) tornam elevada a carga tributária, fazendo com que muitas empresas atravessem problemas fiscais. Além da tributação, há esforços de tempo e recursos para atendimento às regulamentações sanitárias e todas as exigências legais referentes ao segmento.
Muitas clínicas brasileiras não realizam planejamento financeiro e orçamentário adequado ao negócio. Não ter um controle dos fluxos de caixa ou usar recursos de forma não estratégica pode trazer problemas de faturamento para a clínica. Outro ponto que merece atenção é a inadimplência, tanto por parte dos pacientes, quanto por dificuldades no faturamento de serviços prestados por meio de convênios e seguradoras.
Taxas de juros elevadas e a exigência de garantias podem representar um obstáculo para que clínicas consigam recursos para investimentos, o que contribui para a expansão ou melhoria do negócio.
O volume de clínicas, sobretudo privadas, demanda investimentos contínuos em marketing para atrair e fidelizar clientes, além de custos para a garantia da qualidade ao longo de toda a jornada do paciente. Um dos grandes desafios nesse sentido é conseguir equilibrar a qualidade do atendimento com a eficiência operacional. Só dessa forma o negócio se torna viável e sustentável.
Clínicas médicas podem se enquadrar em três regimes tributários distintos: o Simples Nacional, o Lucro Real e o Lucro Presumido. A carga tributária pode variar de 6% a 30,5%. Quando o faturamento é abaixo de R$4,8 milhões, as clínicas podem utilizar o Simples Nacional, que faz a arrecadação através do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional), com recursos distribuídos para União, Estados e Municípios. A carga tributária está normalmente entre 14% e 15%.
No regime de Lucro Presumido, empresas médicas têm carga tributária variando entre 13,33% e 16,33%, com faturamento anual de até R$78 milhões. Neste regime, o recolhimento utiliza várias guias, incluindo PIS, COFINS, CSLL, IRPJ, destinados à União, e ISS, que varia conforme o município onde acontece a prestação de serviços.
O Lucro real, obrigatório para empresas que faturam anualmente mais de R$78 milhões, promove o cálculo de tributos por confronto, incidindo o IRPJ e CSLL sobre o lucro líquido. No regime, cada imposto se utiliza de uma guia específica e é fundamental atentar para obrigações acessórias, como Sped Contábil, LALUR, Inventário e ECF.
Segundo a Lei 9249/1995, clínicas que optam pelo regime do Lucro Presumido ficam sujeitas à tributação do Imposto de Renda (IFPJ) e da Contribuição Social (CSLL), com base de cálculo de 32% sobre a receita bruta do trimestre. É desconhecido por muitos gestores que estabelecimentos com esse perfil podem se enquadrar em atividades equiparadas aos hospitais, considerando as práticas relacionadas à saúde. Com isso, há uma oportunidade de redução de impostos na clínica ou consultório. A alíquota do IRPJ cai de 32% para 8%, já a da CSLL cai de 32% para 12%, representando uma grande economia para o negócio.
Para a realizar a equiparação hospitalar, é indispensável que as clínicas médicas contem com o suporte de especialistas na área de contabilidade médica. Por ser uma operação burocrática, com detalhes técnicos determinantes para o seu sucesso, o conhecimento mais aprofundado faz toda a diferença.
Outra condição essencial para quem busca a equiparação hospitalar é entender a situação fiscal em que a clínica se encontra. O Amigo oferece um diagnóstico tributário totalmente personalizado e gratuito. A ferramenta, que utiliza consultores com experiência em contabilidade médica, é o primeiro passo para conquistar um alinhamento fiscal que possibilite a equiparação. Solicite um diagnóstico tributário e transforme a situação fiscal de sua clínica para melhor.
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Foram publicados no Frontiers in Immunology os resultados do estudo realizado simultaneamente em 4 países, Argentina, Brasil, Itália e México, para avaliar a eficácia das vacinas aprovadas e estimar a duração dos níveis de anticorpos no sangue. A pesquisa envolveu quase 2000 funcionários das empresas do Grupo Techint, com o objetivo de verificar a efetividade da imunização e, portanto, a segurança após a vacinação contra a Covid-19.
A peculiaridade do estudo é que foi possível comparar os dados internacionais graças a um protocolo clínico uniforme, com o mesmo momento de aquisição das amostras de sangue e um único teste de diagnóstico para todos os 7 tipos de vacinas utilizadas nos diversos países: mRna, DNA, vetor viral e vacinas à base de vírus inativos, em dose única e bidose.
O estudo foi coordenado pelo Humanitas com o Hospital Clínica Nova de Monterrey, no México, e a rede hospitalar da Fundação São Francisco Xavier, no Brasil.
O resultado é uma amostra capaz de comparar diferentes vacinas e a resposta que elas conseguiram ativar diante do desenvolvimento de qualquer evento adverso, antes da chegada da variante Ômicron de Sars-CoV-2 (a administração da dose de reforço está fora do escopo do estudo).
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Explica a professora Maria Rescigno, docente de patologia geral e vice-reitora responsável por pesquisa na Universidade Humanitas, que coordenou o trabalho no qual também participou Elena Azzolini, responsável pelo Centro de Vacinação Humanitas
Os dados coletados também incluíram os eventos adversos relacionados à capacidade das vacinas de induzir uma resposta de anticorpos. Verificou-se que quanto maior a resposta de anticorpos, como nas vacinas Moderna e Pfizer-BioNTech, mais efeitos colaterais foram registrados, principalmente febre, dor no braço, dor de cabeça e fadiga. Coronavac e Sputnik, por outro lado, são caracterizadas por terem poucos efeitos colaterais.
“Este é realmente um grande esforço coordenado de equipe. O estudo nos permite comparar as respostas imunes às várias vacinas ao redor do mundo. Esse tipo de conhecimento é fundamental para informar as pessoas sobre a eficácia comparativa das vacinas e ajuda a desenhar estudos que definirão os melhores calendários vacinais que permanecerão no futuro", explica Mauro Teixeira, professor de imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil.
“Este é um extraordinário trabalho de pesquisa, no qual tivemos a oportunidade de avaliar e comparar as respostas imunes das vacinas mais importantes e de maior circulação a nível mundial, obtendo informação sólida e consistente enquanto à segurança e à efetividade contra o SARS-CoV-2. Além disso, este é o primeiro estudo que publicamos em colaboração com as instituições sanitárias do Grupo Techint e estamos muito contentes com os resultados” diz Miguel Sanz, médico diretor do Hospital Clínica Nova, no México.
O protocolo do estudo, que ainda está em andamento, prevê 5 amostras de sangue para cada pessoa de acordo com um cronograma preciso: imediatamente antes da primeira dose e da segunda dose, 21 dias após a segunda dose, 6 meses após a segunda dose e 12 meses após a segunda dose.
Os investigadores dos 4 países utilizaram o mesmo tipo de teste, particularmente sensível, e com um range de avaliação muito amplo, capaz de “não achatar” os dados relativos a limiares elevados de anticorpos no sangue, de modo a poder também comparar respostas com amplitudes diferentes.
O grupo Techint, um conglomerado industrial de empresas com mais de 75 mil funcionários em todo o mundo, participou de um projeto de pesquisa científica em parceria com a Humanitas — um hospital altamente especializado e um centro de pesquisa e ensino internacionalmente reconhecido. A parceria contribuiu para o setor de pesquisas médicas e ofereceu resultados concretos às comunidades onde as empresas do grupo estão presentes sobre a eficácia das vacinas contra a Covid-19.
Como parte do grupo Techint, Humanitas também forneceu orientações médicas precisas sobre a doença e sobre as vacinas disponíveis durante a pandemia de Covid-19, além de compartilhar sua experiência por meio de guias de prevenção e iniciativas relacionadas à saúde e bem-estar voltadas para os funcionários do grupo.
Fonte: Medicina S/A

O marketing médico é uma ferramenta cada vez mais determinante para o sucesso de médicos e demais profissionais da saúde, gestores de clínicas e organizações do setor. Trata-se da aplicação de técnicas de comunicação e marketing para promoção dos serviços médicos. Fazem parte desta ação, a construção e fortalecimento de marca, a transmissão de valores e missão do negócio, além das estratégias de relacionamento entre profissionais de saúde e seus pacientes.
Considerando a integração cada vez maior de atividades humanas com tecnologias digitais, o marketing digital se apresenta como uma prática essencial para consolidar uma presença online, angariando muitas vantagens aos profissionais. Tal presença pode ocorrer através da criação e manutenção de sites, otimização de mecanismos de busca (SEO), produção de conteúdos diversos e interação via redes sociais.

Além do marketing digital, outras duas áreas contribuem para a boa prática do marketing médico. A primeira é o marketing de conteúdo, que busca instruir e informar o público-alvo ao fornecer materiais como artigos de blogs, vídeos, podcasts, entre outros formatos de conteúdos. A segunda área envolve relações públicas, que têm como objetivo maior estabelecer contato com a mídia, gerenciar crises envolvendo a reputação da marca e estender sua presença em outros setores da sociedade.
As três áreas devem atuar de modo integrado, pois o resultado de uma pode ter consequências em outra área. Quando bem organizado, o marketing médico traz vantagens que podem ser definidoras do sucesso de um negócio na área de saúde, seja para profissionais experientes e consolidados no mercado ou para recém-formados.
Ao considerar a evolução do marketing para várias áreas da sociedade, é natural também imaginar o seu impacto para o segmento da saúde. Uma pesquisa desenvolvida pela WE Marketing Médico revelou que as buscas por médicos no Brasil subiram, em média, 50,58% nos últimos quatro anos. Entre o período de 2019 a 2023 o volume de buscas por especialistas saltou de 9.290.370 para 13.989.400, se tomada por base a plataforma de anúncio do Google Ads.
De acordo com o relatório de tendências digitais da Comscore, 64,75% da população brasileira está conectada a algum tipo de tecnologia digital. A população digital do país é de 131,5 milhões de pessoas. Esses números indicam a necessidade de se buscarem estratégias de utilização do marketing para ampliar a presença digital e cristalizar uma marca diante de seu público.
Outro dado importante indica o pouco uso de ações de marketing por médicos brasileiros. Uma pesquisa realizada pela Livance em 2020 apontou que 55% dos médicos não fazem investimentos em marketing. Para uma boa parcela dos pesquisados, o maior dificultador do investimento é a falta de conhecimento sobre a área. Apesar disso, em relação ao ano anterior, houve um aumento de 60% no número de pesquisados que passaram a investir esforços em ações de marketing.
Dentre os meios de divulgação das ações, o Instagram surge como o canal preferido dos profissionais, com 53,6% de adesão. Na sequência, 39,3% apostam em sites, 27,4% no Google Ads e 27,4% no Facebook. Dos pesquisados, 62% se mostraram satisfeitos com os resultados obtidos. A pesquisa também revelou que quem utiliza ações constantes de marketing costuma atender 147% a mais, em média.

Em setembro de 2023 o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou a Resolução CFM n° 2.336/2023, que dispõe sobre publicidade e propagandas médicas. No documento, com normas em vigor desde março de 2024, são definidas novas diretrizes para a montagem de estratégias de divulgação pelos profissionais de saúde. Dentre as principais mudanças de normas, destaca-se a permissão para divulgação dos trabalhos em redes sociais, como Instagram, Facebook e LinkedIn. Com isso, surge uma grande oportunidade de promoção das atividades profissionais e também de informações sobre saúde e bem-estar para pacientes e seguidores. Alguns outros pontos de proibição e permissão merecem a atenção dos profissionais:

As possibilidades de utilização das estratégias de marketing na área médica são inesgotáveis. Apesar disso, ficar atento às normas e até a comportamentos mais recorrentes pode ajudar muitos profissionais a encontrar um norte para explorarem os canais de comunicação na busca pela atração e fidelização de pacientes. Entre as boas práticas mais identificadas, é possível destacar:
A produção e distribuição de conteúdos informativos e educativos sobre hábitos saudáveis, como prevenir doenças ou tratar determinados problemas, pode ser algo simples de ser feito, tendo um importante papel conscientizador. Além disso, costumam agregar valor aos profissionais que se prestam a compartilhar seus conhecimentos.
O passo fundamental para utilizar o marketing médico é conhecer bem as regras que abrangem a divulgação de trabalhos do médico ou instituições de saúde. No Brasil, o CFM estabelece diretrizes para a propaganda e publicidade para médicos, e o Código de Ética Médica (CEM) define orientações éticas da profissão.
Não adianta investir numa grande produção de vídeo, foto ou qualquer outro material, se a informação divulgada foge da realidade, é duvidosa ou enganosa. Ser transparente e honesto é uma condição básica para qualquer profissional de saúde.
Tenha garantia de que qualquer informação do paciente utilizada com fins de marketing esteja anonimizada. Também, certifique-se de que informações pessoais de pacientes tenham consentimento explícito.
Profissionais da medicina têm o direito de divulgar seus números de registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e as especialidades nas quais atuam, se reconhecidas pelos órgãos responsáveis. Utilizar esse tipo de informação pode agregar precisão e confiabilidade ao profissional.
No contexto de pleno aquecimento do mercado da medicina no Brasil, somado à cada vez maior concorrência entre profissionais e ao aumento das buscas por serviços na internet, as estratégias de marketing se apresentam como uma solução poderosa para a área. Para tanto, é necessário conhecer bem as características e possibilidades do marketing e os objetivos que cada profissional possui. Cabe também estar atento aos requisitos éticos e legais referentes a essa prática e às discussões e modificações que podem acontecer com o passar do tempo, afinal, o marketing é capaz de se reinventar a todo momento.

A revolução tecnológica está transformando profundamente o marketing para clínicas e o setor da saúde em 2025, criando um cenário onde os pacientes se tornaram consumidores digitalmente conectados e exigentes.
Os consultórios precisam se adaptar a essa nova realidade, onde inteligência artificial, telemedicina e presença online se tornaram elementos essenciais para atender às expectativas dos pacientes modernos.
As pesquisas mostram que 74% dos pacientes esperam a mesma conveniência encontrada em outros setores, enquanto 72% dos brasileiros pesquisam sobre saúde na internet antes das consultas, evidenciando uma mudança fundamental na relação entre clínicas e pacientes.
No cenário atual, a transformação digital tornou-se indispensável: 88% dos pacientes brasileiros priorizam um bom relacionamento com os profissionais de saúde, e 80% trocam de médico por dificuldades de acesso e usabilidade.
A revolução digital na área da saúde remodela fundamentalmente a interação entre pacientes e prestadores de serviços médicos. Os avanços tecnológicos e as mudanças nas expectativas dos consumidores impulsionam uma nova era de cuidados personalizados e acessíveis.
Os pacientes modernos exigem experiências personalizadas e controle sobre seus cuidados de saúde. 74% dos pacientes se consideram consumidores ativos, buscando conveniência similar a outros setores de serviços.
Facilidade de acesso e transparência nos custos passaram a ser determinantes na escolha de prestadores de serviços médicos. Dados da Accenture revelam que 80% das mudanças de médicos ocorrem devido a dificuldades de navegação e acesso.
O marketing para clínicas precisa adaptar suas estratégias para atender às necessidades específicas de cada paciente. A automação de marketing permite comunicação personalizada e acompanhamento eficiente do paciente.
A telemedicina emerge como solução fundamental para aumentar o acesso aos serviços de saúde. As clínicas investem em plataformas digitais para melhorar a experiência do usuário.
O marketing de conteúdo tornou-se essencial, considerando que 72% dos brasileiros pesquisam sobre saúde na internet antes das consultas. As instituições de saúde enfrentam o desafio de manter a credibilidade online enquanto oferecem:
Sistemas baseados em inteligência artificial vêm impactando o diagnóstico médico e o acompanhamento de pacientes, oferecendo suporte na detecção precoce de doenças e na definição de terapias sob medida. A saúde digital incorpora tecnologias como:
A Indústria 5.0 promove a integração entre humanos e máquinas, criando ambientes mais eficientes e humanizados nos estabelecimentos de saúde.

Para se manterem competitivas, as clínicas atuais precisam incorporar táticas digitais que ampliem sua presença e fortaleçam o relacionamento com os pacientes.
A produção de conteúdo relevante e educativo estabelece autoridade no setor de saúde. Artigos, vídeos e infográficos sobre prevenção, tratamentos e bem-estar ajudam a posicionar a clínica nos resultados de busca. As técnicas de SEO garantem visibilidade orgânica no Google através de:
O uso de software especializado permite acompanhar métricas essenciais:
A automação de marketing facilita a comunicação com lembretes de consultas, campanhas de prevenção e acompanhamento pós-atendimento via WhatsApp e email.
Por meio de conteúdos humanizados e interativos, as redes sociais fortalecem o vínculo entre clínicas e pacientes. Plataformas como Instagram e Facebook se destacam na divulgação de orientações de saúde e histórias inspiradoras. Campanhas segmentadas no Google Ads e Facebook Ads ampliam o alcance da clínica:
A presença digital profissional fortalece a credibilidade da clínica e gera engajamento genuíno com a comunidade.
Você está pronto para transformar a maneira como se conecta com seus pacientes e impulsionar o crescimento de sua clínica? Apresentamos a solução definitiva: Amigo Tech, o parceiro comprometido com o sucesso do seu marketing médico!

Na Amigo Tech, nossa equipe de implantação é selecionada rigorosamente, treinada consistentemente e orientada a oferecer sempre o melhor. Nosso objetivo não é simplesmente vender um software, mas ajudá-lo a obter mais receita, mais produtividade e mais segurança.
Confie na experiência da Amigo Tech para cuidar do seu consultório, enquanto você se concentra no que faz de melhor: cuidar de seus pacientes. Contamos com serviços de prontuário médico, contabilidade, abertura de PJ, entre outros.
De campanhas em redes sociais a otimização de sites, nossa equipe está pronta para cuidar da sua imagem digital. Junte-se à Amigo Tech agora e experimente o poder de um marketing digital verdadeiramente eficaz para médicos.
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A revolução digital transformou completamente a relação entre clínicas e pacientes. Os consumidores de serviços de saúde exigem praticidade, transparência e participação ativa em seus tratamentos, com acesso rápido a informações e agendamentos.
Modernizar a experiência do paciente por meio de recursos tecnológicos é uma necessidade para clínicas que buscam se destacar no ambiente digital. O marketing para clínicas, a presença digital forte, sistemas integrados e comunicação eficiente são elementos essenciais para o sucesso no setor de saúde moderno.

Introdução
A gestão de um consultório médico envolve uma série de desafios que vão desde o agendamento de pacientes até o controle financeiro e a organização dos prontuários. Para garantir eficiência, segurança e qualidade no atendimento, contar com o melhor software para consultório médico é fundamental.
Pensando nisso, a Amigo Tech desenvolveu o Amigo Clinic, uma plataforma integrada que simplifica a rotina dos profissionais de saúde e otimiza todos os processos administrativos.
O Amigo Clinic é muito mais do que um sistema de agendamento. Ele oferece uma solução completa, que conecta todas as áreas do consultório, proporcionando maior controle, agilidade e redução de custos. Conheça-o em detalhes!
Primeiro, a escolha do software ideal para o consultório impacta diretamente na produtividade da equipe e na satisfação dos pacientes. Um sistema eficiente ajuda a organizar processos, evitar erros e melhorar a comunicação interna e externa. Saiba alguns benefícios abaixo!
Um dos principais benefícios do melhor software para consultório médico é a centralização dos dados. Com o Amigo Clinic, os agendamentos, prontuários, histórico dos pacientes e informações financeiras ficam integrados em um único ambiente, facilitando o acesso e a gestão.
Ao automatizar tarefas como o agendamento, o controle financeiro e o gerenciamento de documentos, o sistema reduz a carga de trabalho manual da equipe, permitindo que os profissionais se concentrem no atendimento ao paciente. Isso aumenta a eficiência e reduz custos operacionais.

O Amigo Clinic reúne funcionalidades que atendem às necessidades específicas dos consultórios médicos, independentemente do tamanho ou especialidade. O melhor software para consultório médico assegura uma série de benefícios para o dia a dia. Veja!
Com o Amigo Clinic, o agendamento de consultas é simples e adaptável às regras do seu consultório. A plataforma permite configurar horários, tipos de atendimento e disponibilidade dos profissionais, evitando conflitos e facilitando o fluxo de pacientes.
O sistema oferece um prontuário eletrônico flexível, que pode ser parametrizado conforme a especialidade médica e as particularidades do consultório. Isso garante que os registros sejam completos e organizados, facilitando o acompanhamento clínico.
O Amigo Clinic automatiza o lançamento financeiro relacionado a cada atendimento, incluindo a gestão de repasses para os profissionais. Essa integração simplifica a contabilidade e oferece maior transparência para a gestão do consultório.

Além de otimizar a gestão interna, o Amigo Clinic contribui para um atendimento mais ágil e humanizado, impactando positivamente a experiência dos pacientes.
O sistema envia notificações automáticas para lembrar os pacientes sobre consultas agendadas, reduzindo faltas e garantindo um fluxo mais organizado. Isso também melhora a comunicação entre consultório e paciente.
Com o controle eficiente da agenda e o prontuário eletrônico integrado, o médico tem acesso rápido às informações necessárias, tornando o atendimento mais ágil e personalizado.

A Amigo Tech valoriza a segurança dos dados e o suporte contínuo aos seus clientes, garantindo que o software funcione de forma confiável e segura. Ou seja, protege informações e assegura atendimento e suporte adequados.
O Amigo Clinic segue rigorosos protocolos de segurança para proteger as informações dos pacientes e do consultório, cumprindo todas as normas regulatórias vigentes.
A equipe da Amigo Tech oferece suporte técnico dedicado para auxiliar na implementação, treinamento e resolução de dúvidas, garantindo que o consultório aproveite ao máximo todas as funcionalidades do sistema.
Esses são apenas alguns dos benefícios do Amigo Clinic para uma rotina médica mais organizada e um atendimento mais humano. Acreditamos que tecnologia deve simplificar, e não complicar.
Por isso, criamos soluções que automatizam tarefas operacionais, otimizam a rotina clínica e devolvem ao profissional o tempo e o foco para praticar a medicina com excelência.
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Com funcionalidades avançadas de agendamento, prontuário eletrônico e gestão financeira, além de um suporte especializado
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Ficar sempre atento evita maiores problemas com a Receita Federal. E por isso, trouxemos algumas expressões mais usadas no dia a dia contábil que podem te ajudar a entender melhor os processos.
Regime Tributário:
Conjunto de leis e normas que regem a tributação e os cálculos dos impostos devidos
Simples Nacional:
Regime tributário instituído em 2007 para pequenas empresas
Certificado Digital:
Ferramenta de segurança da informação que encripta mensagens e garante autenticidade
Pró-Labore:
Salário mensal do dono ou sócio de uma empresa
Alíquota:
Porcentagem ou valor fixo usado para calcular um tributo devido
Guia:
Espécie de "boleto" usado para pagamento de tributos
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